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	<title>Arquivos responsabilidade afetiva - Silvia Ligabue Psicologia Transpessoal Integrativa</title>
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	<description>Busque autoconhecimento e espiritualidade ampliando sua consciencia</description>
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	<title>Arquivos responsabilidade afetiva - Silvia Ligabue Psicologia Transpessoal Integrativa</title>
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		<title>Silêncios que ferem mais que palavras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Ligabue]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[encerramento de ciclos]]></category>
		<category><![CDATA[ética no cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[relações entre mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio emocional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o silêncio machuca mais do que um “não”: a dor de ciclos encerrados sem presença Encerrar um ciclo, seja ele profissional, amoroso ou entre amizades, é parte da vida. Mas o que muitas vezes nos fere profundamente não é o fim é a forma como ele acontece. Ou, pior ainda, como não acontece. Vivemos &#8230; <a href="https://silvialigabue.com.br/2025/07/silencios-que-ferem-mais-que-palavras/" class="more-link">Continue reading <span class="screen-reader-text">Silêncios que ferem mais que palavras</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o silêncio machuca mais do que um “não”: a dor de ciclos encerrados sem presença</p>
<p>Encerrar um ciclo, seja ele profissional, amoroso ou entre amizades, é parte da vida. Mas o que muitas vezes nos fere profundamente não é o fim é a forma como ele acontece. Ou, pior ainda, como não acontece.</p>
<p>Vivemos em tempos em que se fala muito sobre empatia, acolhimento e escuta. Palavras como sororidade, cura emocional e autocuidado circulam nas redes como mantras. E, no entanto, o que vejo e vivencio é o oposto acontecendo nos bastidores.</p>
<p>Cada vez mais, observo pessoas sendo deixadas no vácuo emocional. Relações que são encerradas com o peso do silêncio, sem um “até aqui”, sem um fechamento, sem um simples “não posso continuar”.</p>
<p>A metáfora que carrego comigo é simples, mas diz tudo:</p>
<p>Duas pessoas caminham juntas num parque.<br />
Compartilham histórias, passos, planos.<br />
De repente, uma delas cai num buraco.<br />
A outra, distraída ou despreparada, segue por alguns passos…<br />
Até perceber que está sozinha.<br />
E então, o chão também lhe falta.</p>
<p>Essa é a sensação de quem foi deixada sem explicação.<br />
Essa é a dor de quem confiava e, de repente, se vê no escuro, tentando entender onde foi que tudo se rompeu.</p>
<p><img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" /> Isso acontece em relacionamentos amorosos.<br />
<img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" />Isso acontece entre amigas.<br />
<img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" />E, com frequência cada vez maior, isso acontece entre profissionais e clientes.</p>
<p>A ausência de um “não quero mais”, “encerro aqui”, “essa etapa terminou” deixa feridas que não são físicas, mas emocionalmente profundas.<br />
E quando isso acontece entre mulheres, o abalo é ainda maior.</p>
<p>Falo aqui como terapeuta e como mulher.<br />
Como alguém que acredita  e vive o resgate do Sagrado Feminino.</p>
<p>Ver mulheres deixando outras mulheres no vazio, ignorando vínculos, desconsiderando afetos e abandonando o outro em silêncio… é doloroso.<br />
É um reflexo claro de desconexão com a própria essência feminina.</p>
<p>Quem está realmente enraizada no Sagrado sabe:<br />
<img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" />O fim de um ciclo precisa de presença.<br />
<img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" />Encerrar algo exige coragem.<br />
<img decoding="async" class="an1" draggable="false" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/16.0/1f538/72.png" alt="🔸" data-emoji="🔸" aria-label="🔸" />E a verdade é um gesto de amor.</p>
<p>Quando uma profissional que fala de acolhimento, de dor emocional e de empatia simplesmente sai de cena sem dizer nada, ela não está apenas encerrando um contrato ela está negando o cuidado.<br />
Ela está deixando um abismo no lugar onde havia vínculo.</p>
<p>Falar de cura exige coerência entre discurso e prática.<br />
E crescer na internet falando de espiritualidade, enquanto machuca com indiferença na vida real, é como construir um castelo sobre areia.</p>
<p>Eu vivi isso. Duas vezes este ano.<br />
E não estou sozinha muitas mulheres que atendo também estão atravessando essa dor.<br />
É preciso nomear: isso é falta de ética, de respeito, de humanidade.</p>
<p>E como diz um antigo ensinamento:<br />
a mesma escada que se sobe é a que se desce.<br />
A forma como tratamos as pessoas no fim dos ciclos diz muito sobre quem somos no caminho.</p>
<p>Se você já viveu isso, eu te digo:<br />
Sua dor é legítima.<br />
Você não exagerou.<br />
Quem faltou foi o outro com coragem, com ética, com presença.</p>
<p>E se você é uma profissional da escuta, do cuidado, da espiritualidade:<br />
Honre seus finais tanto quanto seus começos.<br />
Eles são parte da sua missão.<br />
Que esse texto seja um espelho, uma cura e um chamado à verdade.</p>
<p>Leia também- Seja Gentil consigo mesma: A cura leva tempo: <a href="https://silvialigabue.com.br/2025/02/seja-gentil-consigo-mesmo-a-cura-leva-tempo/">Aqui</a></p>
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