• 15 julho

    Você é a consciência que habita o corpo

    Você é Consciência, desperte sua verdadeira essência.

    Você não é um corpo que tem consciência, você é consciência experimentando um corpo.

    Essa frase, à primeira vista enigmática, carrega uma das chaves mais profundas da espiritualidade e da psicologia transpessoal: a compreensão de que somos muito mais do que aquilo que vemos no espelho.

    Desde cedo, somos condicionadas a nos identificar com a forma: com o nome que recebemos, o gênero que nos foi atribuído, as experiências que vivemos, os papéis que ocupamos.

    Aprendemos que somos um corpo, uma mente, uma história, mas há algo dentro de nós  silencioso, eterno, não condicionado  que observa tudo isso: a consciência.

    Essa consciência não é um produto do cérebro, como muitos acreditam, mas sim a essência que utiliza o corpo e a mente como instrumentos para experienciar a vida na matéria. O corpo é o templo, o canal, o veículo. A consciência é o sopro divino que o habita.

    Na visão da psicologia transpessoal, esse reconhecimento é um dos marcos mais importantes do despertar espiritual. Ele nos conduz além do ego, além das máscaras e identificações, para um estado de presença mais amplo, onde compreendemos que o sofrimento nasce justamente da ilusão de separação de crer que somos apenas um “eu” isolado, limitado às dores e conquistas deste corpo.

    Quando nos vemos como consciência, ampliamos nosso campo de percepção. Começamos a escutar a linguagem da alma, a reconhecer os ciclos, os símbolos, os arquétipos que nos atravessam. Passamos a perceber que cada emoção, cada dor física, cada relação, é um convite ao retorno à nossa essência.

    Você já se deu conta de que seu corpo muda com o tempo, seus pensamentos mudam, suas crenças mudam, seus sentimentos oscilam  mas algo dentro de você permanece o mesmo? Esse algo que observa é você.
    Não o ego que teme a mudança, mas a consciência que testemunha tudo com amor e sabedoria.

    Ser consciência em um corpo é uma jornada sagrada.

    É lembrar que estamos aqui de passagem, mas que essa passagem é rica em aprendizados. É aprender a honrar o corpo como expressão da alma, mas não se apegar a ele como se fosse tudo o que somos. É mergulhar nas experiências humanas sem se perder nelas, mantendo o fio da verdade interna: “Eu sou” antes de qualquer outro rótulo.

    Essa mudança de perspectiva é libertadora. Deixa de ser sobre como o mundo nos vê, e passa a ser sobre como escolhemos nos viver.
    Com mais presença, com mais propósito, com mais amor.

    Que essa consciência te reconecte com o que é eterno em você.

    Que cada respiração seja uma lembrança: você não está presa ao corpo está dançando através dele.
    E se lembrar disso é o primeiro passo para viver com mais alma, menos medo e mais verdade.

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